Atividades de alto impacto, que façam o paciente pegar muito peso, estão proibidas no início. Isso porque esses movimentos bruscos podem forçar a cicatriz, abrir os pontos e se tornar um problema para a recuperação. A ação da endermoterapia é direta no sistema circulatório, ajudando a eliminar toxinas e fazer os nutrientes se deslocarem com mais facilidade. Toda essa ativação da microcirculação auxilia principalmente na prevenção de fibrose após uma cirurgia.
O controle de estudos pré-operatórios é o momento de resgate dos exames realizados anteriormente ao procedimento, buscando avaliar as condições e riscos do paciente. As complicações mais importantes e mórbidas são a atelectasia pulmonar, a insuficiência respiratória, a exacerbação de condições respiratórias pré-existentes e o tromboembolismo pulmonar. A função pulmonar é alterada simplesmente pela realização de um procedimento cirúrgico. A complicação geral é aquela que pode acontecer com qualquer paciente independentemente do tipo de procedimento cirúrgico, sendo as mais comuns as hemorragias, a atelectasia pulmonar, doença tromboembólica e insuficiência renal aguda. Assim, consta-se que é uma patologia herdada geneticamente, sendo autossômica dominante. Alguns agentes anestésicos, como o halotano, e relaxantes musculares despolarizantes (succinilcolina) acabam causando elevação na concentração do cálcio citoplasmático.
As Fases do Perioperatório
O hematoma é uma coleção de sangue sob a pele, na ferida cirúrgica, que resulta em formação de coágulo que pode levar horas. Este conceito vem ganhando importância em função da necessidade de avaliar o risco de complicações relacionadas às intervenções cirúrgicas. Os notáveis avanços na medicina e na cirurgia permitiram a realização de intervenções cirúrgicas em pacientes mais graves para os quais realizar uma operação era impensável.
Quais os cuidados pós-operatório?
O hematoma define-se por uma coleção anormal de sangue, com uma coloração mais escurecida, por isso ‘’Bola Escura’’. As manifestações clínicas variam de acordo com seu tamanho e localização, podendo apresentar uma tumefação expansiva ou dor na área da incisão cirúrgica, ou ambas. A sua prevenção no pré-operatório consiste em corrigir qualquer anormalidade de coagulação ou descontinuar medicamentos que a alterem.
A fase operativa é aquela que vai desde a assepsia do paciente até a finalização do ato cirúrgico. A internação ou admissão hospitalar é a entrada do paciente no hospital e no leito correspondente ao seu procedimento. A importância do período e de sua compreensão se deve ao fato de que ele tem como objetivo melhorar a vida dos pacientes, atuando de forma terapêutica. Enquanto isso, a gastrectomia parcial é indicada para o tratamento de tumores que, devido à sua localização, apenas a retirada parcial do órgão é segura. Ele também recomenda a redução de alimentos processados e ricos em açúcar no período, pois podem privilegiar o surgimento de inflamações, retardando, assim, a cicatrização.
Períodos Perioperatórios
Com a abordagem cirúrgica para curar uma patologia, é possível gerar uma outra doença pós-operatória, cuja evolução pode ser pouco previsível. Os sistemas mais suscetíveis às intercorrências após uma cirurgia são o cardiovascular, o urinário, o respiratório, o digestório e o hepatobiliar. É importante, ainda, ter atenção quanto ao balanço hidroeletrolítico do paciente, pois o desequilíbrio nas condições de hidratação pode estar associado a disfunção cardíaca, renal, hepática, sepse, peritonite e hemorragias. O paciente em boas condições psicológicas, Cirurgia Plástica com funcionamento efetivo dos sistemas orgânicos e com um preparo pré operatório apropriado – anamnese e exame físico, além dos exames complementares necessários – costuma apresentar boa tolerância às intervenções cirúrgicas. Em cirurgias eletivas de pequeno e médio porte, junto a procedimento anestésico sem intercorrências e manejo da dor pós-operatória, a intervenção médica pode não ser necessária, principalmente se tratando de pacientes de baixo risco. As complicações pós-operatórias podem também ser gerais, especiais ou específicas.
O tratamento é determinado pelo resultado da avaliação do paciente (etiologia da febre/sítio da infecção), sendo que é recomendado, na maioria dos casos, a diminuição da temperatura com o uso de antitérmicos. Se houver uma suspeita de infecção concomitante, inicia-se antibioticoterapia neste paciente. No âmbito respiratório, sintomas leves [newline]podem incluir garganta inflamada, tosse e dispneia, enquanto complicações severas incluem ventilação mecânica prolongada e hipoxemia grave, sepse e pneumonia. As complicações mais importantes e mórbidas são a atelectasia pulmonar, a insuficiência respiratória, a exacerbação de condições respiratórias pré-existentes e o tromboembolismo pulmonar. A resposta endócrina e metabólica ao trauma e a manipulação de alças podem contribuir para uma atonia intestinal do [newline]pós-operatório. A obstrução intestinal precoce (primeiros 30 dias da cirurgia), [newline]que ocorre no pós-operatório, pode ser de caráter funcional ou mecânico (uma [newline]barreira física impede a progressão do conteúdo intestinal).
A sua incidência varia muito com a clínica, o ambiente de tratamento e o tipo de procedimento realizado. A deiscência é o defeito na sutura da camada músculo-aponeurótica, que é a principal camada responsável por manter conteúdo dentro da própria cavidade abdominal. É uma das complicações mais perigosas, pois há possibilidade de evisceração e necessidade de intervenção imediata, além de haver possibilidade de deiscência repetida.
No íleo adinâmico ou paralítico, a obstrução intestinal se resolve mais tardiamente e são encontrados um ou mais distúrbios precipitantes. Essa fase tem início com a alta hospitalar e vai até o período em que o paciente precisar de cuidados com a cirurgia. Esses são apenas alguns exemplos de cuidados de enfermagem que podem ser necessários no pós-operatório.
